APRESENTAÇÃO


 

Olá! Eu sou a Eliz!

É uma alegria dividir com você minhas joias raras. Meus maiores tesouros.

Não repare! Eu vivo trocando algumas coisinhas de lugar para deixar tudo mais bonito.

Este portfólio começou como na maravilhosa canção de Peninha: Sonhos!

 

"Tudo era apenas uma brincadeira,

Que foi crescendo, crescendo me absolvendo..."

 

As letras foram o meu primeiro amor.

O poema Oito Anos de Casimiro de Abreu,

me abriu o universo encantado da leitura poética. 

E este ano me apaixonei pelas artes visuais de uma forma deliciosa.

Então, comecei a arquivar todas estas belezas que encontramos pelo mundo a fora. Muito mais do que meros souvenir, tudo aqui dentro, cada palavra, verso ou imagem, conta um pouco da minha história.

Cada elemento aqui faz parte de mim. 

Até me aventurei a criar também. 

Não sou erudita em nenhuma área, apenas uma apreciadora. 

Espero que gostem!

 

Ah! Eu possuo mais pseudônimos do que possuiu Fernando Pessoa. Se gostar de algo e desejar partilhar, atribua o mérito de autoria ao que devidamente o intitulou. Tenho valoroso respeito por cada um dos infinitos de "eus"/meus.


Meu lado criativo, foi gerado ao som da canção Exagerado, de Cazuza.

Minhas obras permeiam em torno de dois assuntos básicos.

(Quero dizer, não tão básicos assim)

Vamos dizer que tenho fortes inclinações a tudo o que se refere a religiosidade e a sexualidade. É verdade!

Eu vivo tentando promover a união esdrúxula destes dois temas principais. 

Claro que tem romance, ação, mistério, muita paixão... Ai! Tem tantas coisas nos meus textos, que fica até difícil classificá-los. Até porque, como eu bem disse, sou uma curiosa aprendiz. Acredito que nunca assumirei de fato, status de escritora, poetisa, romancista, dramaturga... etc, nem com todos os doutorados do mundo nesta área. 

Vamos deixar de papo furado. Quer conferir uma palhinha do meu trabalho, para ver se vale a pena ficar esperando a página carregar minhas obras?

Eis aí. 

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Alan não sabe o que fazer.
Tem as roupas totalmente encharcas e pesadas sobre o corpo.
Suas pernas doem de tanto andar por um vale úmido, frio e sombrio da propriedade de Hole City.
Ele sabe exatamente onde está e porque estava ali.
Procurava por Ana e Masuyo, que ele não encontrava em nenhum lugar da enorme fazenda, ficando totalmente perdido em busca deles.
Alan teme que Ana ou Masuyo, tenham passado mal (devido o incidente) e tivessem saído em busca de ajuda.
Quando ele acordou e não encontrou ninguém, saiu desesperado atrás dos dois.
Estranhou o fato de não achar ninguém que pudesse dar uma pista qualquer do paradeiro de sua mulher e de seu melhor amigo.
De repente, Alan pára diante de uma grande e dura escultura de pedra, numa parte pedregosa da região.
Ele abre a boca surpreso, pois, a figura na estátua tem as feições idênticas com as de Masuyo.
Era tão impressionante, que Alan precisou passar os dedos nos contornos da face, para comprovar não serem mesmo reais.
No mesmo instante, ele pula para trás com o coração saltando para a garganta.
Assim que ele tocou a rocha, ela piscou seus olhos e movera-se do lugar, ganhando os nítidos traços dele mesmo, substituindo os de Masuyo.
Agora, a estátua virava-se e andava longas passadas à frente de Alan, que tentava a todo custo acompanhá-la, apesar do cansaço.

Alan fica totalmente chocado quando vê outras milhares de elevações pedregosas, todas com a mesma anatomia de Masuyo.
O mais espantoso é que a estátua que ele seguia, tocava no rosto das demais, fazendo estas também ficarem parecidas com ele próprio.
Todas vão se movendo e caminhando, seguindo como um grande exército marchando rumo ao por-do-sol.
Alan, no entanto, já não tem mais forças para seguir em frente.
Suas próprias pernas começavam a petrificar no lugar e ele foi ficando com o corpo completamente transformado em rocha, enquanto os últimos raios de sol iluminam o exército que segue adiante, deixando-o para trás, com seus olhos fechando-se lentamente.

Trecho da obra APOCALIPSE capítulo XI - NOVA CHANCE
PESADELOS DE ALAN por Liz Nascimento
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O TEMPO NÃO TEM FIM...
MAS, QUANDO NÓS CHEGAMOS AO FIM,
CHEGA AO FIM O TEMPO QUE TEMOS!
(Vítor Costeira)